26 de janeiro de 2009

SG

Em casa do meu tio há muitas cadeiras de massagens. Uma delas, bastante boa: bruta q.b. Quando lá vamos, há fila para nos sentarmos 5 minutos. Ontem não me deixaram, viraram-se contra mim, disseram-me que estava grávida, não podia. Diziam umas instruções de um fabricante cioso de eventuais processos, que não era aconselhável a grávidas. Rebelei-me, "na minha barriga mando eu", e também não aprecio que me tratem como se não tivesse bom senso. Mas naquele momento eu era apenas um útero, um casulo. O indivíduo em mim desapareceu, esfumou-se, entre as baforadas de SG filtro que os guardiões da saúde do meu filho lançavam sobre mim.

6 comentários:

Ju disse...

Tás grávida outra vez?!?! :D Parabéns!
Beijocas de Roscoff. ;) Ju

Joana disse...

Estou. É o ultimo :-), digo eu. O David e a Clara aumentaram a fasquia, agora o que está a dar é ter 3. Beijos.

Ana disse...

Parabéns minha querida.
continuo com o tubarão do teu filho.
o meu blog ressuscitou!

Vítor disse...

Olá Jô!
De vez em quando acompanho o teu blogue e desta vez fiquei em "choque". A Jô está grávida novamente! O tempo passa depressa... Acho que a última vez que tomámos um café estavas grávida do teu primeiro filho. Caramba! Parabéns e felicidades para a família.
Beijo e um forte abraço.

Anónimo disse...

Joana
Após muito pensar descobri a explicação do incidente que relatas.
O efeito do SG sobre os fetos e as crianças está muito, mas ainda insuficientemente, estudado.
Na minha experiência tenho apenas 2 casos e, indiscutivelmente brilhantes, tu e o teu irmão.
Será do SG? Dos genes? Da história de cada um? Não sei mas sei que o SG, se não favoreceu, pelo menos também não prejudicou, pelo menos ao nível do apreensível.
Quanto a cadeira também suponho que seria, pelo menos, neutra, para a maioria das grávidas.
Mas é uma tecnologia, para mim estranha, nova, não tenho elementos nem experiências para a avaliar e se dizem, as instruções, que não deve ser usada com grávidas, não tenho argumentos para o rebater embora, no fundo esteja crente de que é uma pura questão de precaver eventuais responsabilidades por eventuais danos causados a eventuais grávidas.
Pensando melhor acho que teria valido a penas correr o eventual risco mas ao ponto de incentivar acho que nenhum de nós teve coragem.
Pai

Joana disse...

Pai, como sabes não me rala nada o SG. Nem a cadeira. Acho que nenhum me faz mal, especialmente no tão pouco tempo em qua ali estou. O que me rala é que não me achem competencia (ou pelo menos jurisdição) para decidir. Como tu sempre dizes, a natureza confiou-o a mim. Ptto, eu é que sei.
A alusão ao é SG é só por ser um daqueles casos badalados/estudados/recomendados q, no entanto, não fez diferença a ninguem. Já a perigosíssima cadeira...