Mostrar mensagens com a etiqueta Trabalho. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Trabalho. Mostrar todas as mensagens
29 de setembro de 2011
12 de setembro de 2011
Centro de Emprego
Ao telefone com o Centro de Emprego.
- Gostaria de saber do que necessito levar para me inscrever.
- O seu BI, número de contribuinte, essas coisas...
- E o CV?
- O quê??
- O currículo...
- Ah, isso não é preciso...
- Gostaria de saber do que necessito levar para me inscrever.
- O seu BI, número de contribuinte, essas coisas...
- E o CV?
- O quê??
- O currículo...
- Ah, isso não é preciso...
24 de março de 2011
Constatação
É triste perceber que, enquanto bolseira, não tenho quaisquer benefícios sociais porque os sucessivos PECs que ultrajaram o país não me conseguiram retirar nenhum.
Nem unzinho para me poder queixar que estou pior!
Nem unzinho para me poder queixar que estou pior!
18 de março de 2011
17 de março de 2011
9 de abril de 2010
29 de janeiro de 2010
Cinco meses depois
Estou de volta ao trabalho. Das outras vezes escureci em casa. Fiquei carrancuda. Chata. A maternidade oprimiu-me. Agora, acho que era a tese por acabar que me pesava nos ombros. Não os filhos.
Desta vez desabrochei e é agora, de volta, que me sinto cinzenta. Apetecia-me ficar em casa e mandar a faculdade às urtigas. O João não percebe. Diz que com os filhos mais velhos ia sentir falta do trabalho para me preencher. Mas o meu trabalho não me preenche, esvazia-me: o tempo, a energia, a criatividade.
Confunde-se "não trabalhar" com ociosidade. Eu gostava de "não trabalhar" precisamente porque há tanta coisa que gosto e quero fazer. Tanta coisa mais útil, até, do ponto de vista social. Tanta coisa pela qual mais valia receber. Mas hoje se "não se recebe", "não se trabalha". É o ordenado ao fim do mês que valida o contributo de cada um. Que nos rotula de trabalhador, ou pária da sociedade.
Ao fim de 40 anos, estamos na mesma. Dantes, ai da mulher que desejasse uma carreira. Agora, ai da mulher que não a deseje. O feminismo lixou-me. Vou arder no inferno, já sei. E o diabo há-de mandar-me escrever artigos, analisar dados e candidatar-me a bolsas por toda a eternidade.
Desta vez desabrochei e é agora, de volta, que me sinto cinzenta. Apetecia-me ficar em casa e mandar a faculdade às urtigas. O João não percebe. Diz que com os filhos mais velhos ia sentir falta do trabalho para me preencher. Mas o meu trabalho não me preenche, esvazia-me: o tempo, a energia, a criatividade.
Confunde-se "não trabalhar" com ociosidade. Eu gostava de "não trabalhar" precisamente porque há tanta coisa que gosto e quero fazer. Tanta coisa mais útil, até, do ponto de vista social. Tanta coisa pela qual mais valia receber. Mas hoje se "não se recebe", "não se trabalha". É o ordenado ao fim do mês que valida o contributo de cada um. Que nos rotula de trabalhador, ou pária da sociedade.
Ao fim de 40 anos, estamos na mesma. Dantes, ai da mulher que desejasse uma carreira. Agora, ai da mulher que não a deseje. O feminismo lixou-me. Vou arder no inferno, já sei. E o diabo há-de mandar-me escrever artigos, analisar dados e candidatar-me a bolsas por toda a eternidade.
2 de outubro de 2008
Verde
Estou em casa. Agora, cheia de dados, a precisar de um ninho académico onde possa olhar para eles, transformá-los em gráficos e em pês menores que 0.05, esbarro na burocracia e nas tricas da hierarquia. Tenho sala? Tenho. Sempre para a semana. E está sempre a mudar de sítio, a minha sala, que, aliás, é provisória. Porque há-de ser outra. E enquanto espero, mais uma semana, todas as semanas, não é nenhuma. Há uma data delas, fechadas. A ganhar pó. À espera de gente. Mas, enquanto a cúpula decide, permaneço em casa.
Estou quase, quase, zangada. Faço o que posso por aqui, devagarinho. Já tenho exceis. Já tenho números. Aproveito a privacidade do escritório caseiro e ponho uma máscara na cara. Espero que seque enquanto olho o ecran. O Pedro, que vê a minha estadia como uma oportunidade para ficar com febre e não ir à escola, pergunta-me com entusiasmo "Mãe! És o Hulk?!". Por enquanto sou só o mild mannered Dr. Bruce Banner. Mas a cada semana que passa, cresce o Hulk dentro de mim. Que com certeza me meterá em sarilhos.
Estou quase, quase, zangada. Faço o que posso por aqui, devagarinho. Já tenho exceis. Já tenho números. Aproveito a privacidade do escritório caseiro e ponho uma máscara na cara. Espero que seque enquanto olho o ecran. O Pedro, que vê a minha estadia como uma oportunidade para ficar com febre e não ir à escola, pergunta-me com entusiasmo "Mãe! És o Hulk?!". Por enquanto sou só o mild mannered Dr. Bruce Banner. Mas a cada semana que passa, cresce o Hulk dentro de mim. Que com certeza me meterá em sarilhos.
16 de julho de 2008
Dizia eu ao meu orientador que fulana (de quem gosto muito, e ele também) não filtra o que diz. "E isso é mau?", pergunta-me ele com ar de quem acha que até é refrescante. "Não sei bem... Eu também não filtro". "Tu não filtras mesmo nada. Tens que ter cuidado!".
Parece-me que, afinal, é mau. E parece-me, também, que devo ter posto o pé na poça recentemente.
Parece-me que, afinal, é mau. E parece-me, também, que devo ter posto o pé na poça recentemente.
13 de maio de 2008
Fechado para trabalho de campo
Não tenho tempo. Nenhum. Regulo-me pelas marés, estou toda picada por mosquitos e esfalfo-me a tentar arrancar um gerador todos os dias. Falta-me a força de braços. A única reflexão que me ocorre é "Porque é que eu me meti nisto outra vez?". Voltarei assim que conseguir elaborar sobre outras coisas.
17 de abril de 2008
16 de abril de 2008
Música
Há 10 anos atrás passei muito tempo a olhar para peixes com o meu walkman por companhia. O discman acompanhou-me no sapal da Ria Formosa. Só ocasionalmente porque tinha medo que se sujasse e fosse o seu fim. Agora ando na praia da base aérea do Montijo com o meu novo ipod shuffle pendurado na alça da camisola. Dá até para pendurar no biquini. Mesmo bom para isto do campo.
A tecnologia evoluiu. Eu é que não. Continuo a ouvir os Radiohead e tenho pena que não dê para ripar cassetes. Tenho lá para casa uma pirataria ao vivo comprada em Camden com o Thom York no seu melhor. Por um lado gosto da sensação destas reminiscências do Erasmus. Por outro sinto-me uma velha do Restelo.
A tecnologia evoluiu. Eu é que não. Continuo a ouvir os Radiohead e tenho pena que não dê para ripar cassetes. Tenho lá para casa uma pirataria ao vivo comprada em Camden com o Thom York no seu melhor. Por um lado gosto da sensação destas reminiscências do Erasmus. Por outro sinto-me uma velha do Restelo.
8 de abril de 2008
Certo como à noite se segue o dia
Continuo a ser o Mike. A carreira académica está verdadeiramente globalizada. É um caminho sem retorno em qualquer lugar no mundo. Mas continua a ser um mundo à parte de todos os outros, compreensível apenas por quem lá habita. Inexplicável a quem está de fora. Ainda bem que existe o Piled Higher & Deeper. É assim tipo support group para investigadores. 8 de fevereiro de 2008
CV
Estive a avaliar CVs de candidaturas a um projecto de uma empresa com que colaboro pontualmente. Foi a primeira vez que me vi neste papel de escolha. Procura-se alguém que, para além da formação técnica ou científica adequada, possua alguma articulação verbal, que a ideia é os candidatos elaborarem candidaturas a financiamentos pelo novo quadro comunitário.
Percebi rápidamente que não tenho os mesmo critérios na avaliação de capacidade de escrita que a pessoa que seleccionava os CVs comigo, que é também o principal impulsionador deste projecto. "Este não, só tem média de 14", diz ele. "Mas fez um curso de escrita criativa e tudo, olha lá, é capaz de ser interessante". "Mas só tem média de 14". E pronto, fica arrumado, porque a experiência diz-lhe que os bons alunos são mais articulados, mais organizados e mais responsáveis. É capaz de ter razão, eu sou novata nisto. Mas ainda assim acho que o fazer um curso de escrita criativa diz mais sobre a relação de alguém com as letras que aquele número com que se termina o curso.
Mas o pior veio depois. "1975? Esta está em idade reprodutora...", diz enquanto torce o nariz. "E não trabalha desde Junho do ano passado? É de certeza casada e deve estar em casa com a prole". Primeiro fiquei surpresa - que o tenho em boa conta - e depois incomodada. Disse-lhe que sobre os rapazes não fazia comentários à idade e ao estado civil e que estava a achar aquilo preconceituoso, e que são estas coisas o mal da sociedade que temos. Ainda tinha mais argumentos, mas não tive tempo, terão que ficar para outra altura. É que tenho sempre que sair às 5, sem falta, para conseguir ir buscar os miúdos à escola.
Percebi rápidamente que não tenho os mesmo critérios na avaliação de capacidade de escrita que a pessoa que seleccionava os CVs comigo, que é também o principal impulsionador deste projecto. "Este não, só tem média de 14", diz ele. "Mas fez um curso de escrita criativa e tudo, olha lá, é capaz de ser interessante". "Mas só tem média de 14". E pronto, fica arrumado, porque a experiência diz-lhe que os bons alunos são mais articulados, mais organizados e mais responsáveis. É capaz de ter razão, eu sou novata nisto. Mas ainda assim acho que o fazer um curso de escrita criativa diz mais sobre a relação de alguém com as letras que aquele número com que se termina o curso.
Mas o pior veio depois. "1975? Esta está em idade reprodutora...", diz enquanto torce o nariz. "E não trabalha desde Junho do ano passado? É de certeza casada e deve estar em casa com a prole". Primeiro fiquei surpresa - que o tenho em boa conta - e depois incomodada. Disse-lhe que sobre os rapazes não fazia comentários à idade e ao estado civil e que estava a achar aquilo preconceituoso, e que são estas coisas o mal da sociedade que temos. Ainda tinha mais argumentos, mas não tive tempo, terão que ficar para outra altura. É que tenho sempre que sair às 5, sem falta, para conseguir ir buscar os miúdos à escola.
23 de janeiro de 2008
A teoria da relatividade aplicada
Não gosto de ficar em casa. O teletrabalho, o "fazer as minhas horas", é algo que me horrorisa. Gosto de sair, ver os colegas, almoçar acompanhada.
Para meu azar tenho um trabalho com uma flexibilidade de horário tal, onde ficar em casa não só é fácil como, por vezes, encorajado, que aqui não há secretárias que cheguem para todos, e os pontos de rede também têm que ser partilhados. Calha-me sempre a mim, portanto, "estar de baixa" quando é preciso.
A passagem do Varicella zoster lá por casa gerou dessas necessidades. Duas semanas de retiro e isolamento, em que vejo o tempo a passar veloz através da janela, mas lento e arrastado do lado de dentro. E o pior é que não é apenas sensação. Ontem saí, finalmente. Deixei a minha casa ainda com a árvore de Natal na sala e encontrei cá fora a Primavera.
Foi como viajar para o futuro.
Para meu azar tenho um trabalho com uma flexibilidade de horário tal, onde ficar em casa não só é fácil como, por vezes, encorajado, que aqui não há secretárias que cheguem para todos, e os pontos de rede também têm que ser partilhados. Calha-me sempre a mim, portanto, "estar de baixa" quando é preciso.
A passagem do Varicella zoster lá por casa gerou dessas necessidades. Duas semanas de retiro e isolamento, em que vejo o tempo a passar veloz através da janela, mas lento e arrastado do lado de dentro. E o pior é que não é apenas sensação. Ontem saí, finalmente. Deixei a minha casa ainda com a árvore de Natal na sala e encontrei cá fora a Primavera.
Foi como viajar para o futuro.
27 de novembro de 2007
Menino Jesus
Chegou ontem, inesperadamente, enquanto eu descascava batatas para o jantar. Recebi um telefonema da Vera, contente com a sua prenda, e precipitei-me para o e-mail para ver se lá estava a minha, ou se me tinha calhado carvão. É que nem sempre sou bem comportada.
Mas o Menino Jesus foi bonzinho e deu-me uma a mim também.
Mas o Menino Jesus foi bonzinho e deu-me uma a mim também.
1 de outubro de 2007
Área de Broca
Cheguei à conclusão que tenho um problema na Área de Broca. Eu até compreendo bem as coisas, modéstia à parte. Mas verbalizá-las não é comigo. Escrever sim. Mas falar... Devem ser processos neurológicos diferentes, isto de organizar discurso escrito e organizar discurso falado. Tenho que ir ler o Damásio.
Tudo para dizer que o pesadelo de dia 27 já passou. Não estive brilhante, nem nada que se pareça. Pelo menos não pelos meus padrões. Sou melhor do que foi a minha prestação pública. Gostava era que estas provas fossem escritas. Mas lá deu para o doutoramento summa cum laude, que até seria coisa de orgulho, não fosse isto tudo política.
Ainda não sinto nada. Nem alívio, nem contentamento. Pareço um daqueles condenados institucionalizados que não sabem viver cá fora ao fim de tanto tempo encarcerados. No dia seguinte fartei-me de chorar. Fiquei com o dia a dia desprovido de sentido.
Mas hoje, ah hoje!, colhi os primeiros benefícios desta minha graduação. Fui pedir o certificado e, apesar de ser a mais mal vestidinha da fila, com umas calças de ganga desfiadas, blusa da feira e filho mais novo à tiracolo, era só senhora doutora para cá e senhora doutora para lá. Conquistei o respeito de um guichet de atendimento. Até me deu vontade de rir. No banco só não recebo olhares paternalistas quando o João me acompanha dentro do seu fato cinzento. Tenho que lhes mandar uma cópia do certificado. Ou então tenho que passar a vestir-me melhor. Assim é o mundo.
E, só para finalizar, a história realmente digna de ser contada, no fim desta minha odisseia, foi ter recebido no dia 28 a notificação oficial da FCUL para comparecer a provas no dia 27. Assim é o país.
Tudo para dizer que o pesadelo de dia 27 já passou. Não estive brilhante, nem nada que se pareça. Pelo menos não pelos meus padrões. Sou melhor do que foi a minha prestação pública. Gostava era que estas provas fossem escritas. Mas lá deu para o doutoramento summa cum laude, que até seria coisa de orgulho, não fosse isto tudo política.
Ainda não sinto nada. Nem alívio, nem contentamento. Pareço um daqueles condenados institucionalizados que não sabem viver cá fora ao fim de tanto tempo encarcerados. No dia seguinte fartei-me de chorar. Fiquei com o dia a dia desprovido de sentido.
Mas hoje, ah hoje!, colhi os primeiros benefícios desta minha graduação. Fui pedir o certificado e, apesar de ser a mais mal vestidinha da fila, com umas calças de ganga desfiadas, blusa da feira e filho mais novo à tiracolo, era só senhora doutora para cá e senhora doutora para lá. Conquistei o respeito de um guichet de atendimento. Até me deu vontade de rir. No banco só não recebo olhares paternalistas quando o João me acompanha dentro do seu fato cinzento. Tenho que lhes mandar uma cópia do certificado. Ou então tenho que passar a vestir-me melhor. Assim é o mundo.
E, só para finalizar, a história realmente digna de ser contada, no fim desta minha odisseia, foi ter recebido no dia 28 a notificação oficial da FCUL para comparecer a provas no dia 27. Assim é o país.
19 de setembro de 2007
Chove
Farta da Lagoa de Santo André escrevo este post enquanto olho pela janela. Chove e troveja. O céu está cinzento e a luz natural é escassa. Tudo nesta imagem, e até o som das ventoinhas do meu portátil, me faz lembrar com saudade o regresso às aulas, em tempos idos.
Hoje trabalho em casa e faço pausas quando me apetece. A minha avó está por cá e traz-me um lanche quando me queixo de fome. Como em frente ao ecran, ou aos livros, como dantes. Torradas e "café da panela".
Esta tarde tenho menos 15 anos. E se o Outono se instalar terei menos 15 anos até ao final do mês. Retorno aos 32 apenas ao final do dia quando saio para buscar o Pedro e faço o jantar ao João.
Hoje trabalho em casa e faço pausas quando me apetece. A minha avó está por cá e traz-me um lanche quando me queixo de fome. Como em frente ao ecran, ou aos livros, como dantes. Torradas e "café da panela".
Esta tarde tenho menos 15 anos. E se o Outono se instalar terei menos 15 anos até ao final do mês. Retorno aos 32 apenas ao final do dia quando saio para buscar o Pedro e faço o jantar ao João.
11 de setembro de 2007
7 de agosto de 2007
Lagoa de Santo André revisited
Há cerca de um mês fiz uma pequeno trabalho para a Reserva Natural das Lagoas de Santo André e da Sancha. Sabia que já havia estado na lagoa de Santo André, em miúda. Dias de praia com os meus primos de Sines. Não sabia e não lembrava mais nada.
Li o Plano de Ordenamento do Território, vi mapas, googlei "lagoa de santo andré", li como estava separada do mar por um "estreito cordão dunar". Construi o meu conhecimento sobre a Lagoa de Santo André no decorrer deste trabalho.
Por fim fui visitá-la. Porque foi preciso. Olhei e, num segundo, vieram-me à memória as recordações e sensações desses dias de infância. Lembrei-me então, claramente, de perguntar pelo meu pai e me dizerem que tinha ido à água, ao mar. De olhar para a água e não o ver e me esclarecerem depois que não, que foi ao mar, do outro lado. E da confusão que foi, durante tanto tempo, na Lagoa de santo André haver água em ambos os lados da praia...
Ao fim de 30 anos sei responder a essa dúvida infantil que já nem lembrava: tínhamos o guarda-sol algures no "estreito cordão dunar".
Li o Plano de Ordenamento do Território, vi mapas, googlei "lagoa de santo andré", li como estava separada do mar por um "estreito cordão dunar". Construi o meu conhecimento sobre a Lagoa de Santo André no decorrer deste trabalho.
Por fim fui visitá-la. Porque foi preciso. Olhei e, num segundo, vieram-me à memória as recordações e sensações desses dias de infância. Lembrei-me então, claramente, de perguntar pelo meu pai e me dizerem que tinha ido à água, ao mar. De olhar para a água e não o ver e me esclarecerem depois que não, que foi ao mar, do outro lado. E da confusão que foi, durante tanto tempo, na Lagoa de santo André haver água em ambos os lados da praia...
Ao fim de 30 anos sei responder a essa dúvida infantil que já nem lembrava: tínhamos o guarda-sol algures no "estreito cordão dunar".
Subscrever:
Mensagens (Atom)





